BLOG EDUCAÇÃO

O apoio da mentoria para encontrar sentido na aprendizagem

Aprender é um processo complexo, trabalhoso e fascinante de analisar ideias, sentimentos, valores, visões de mundo que nos desafiam a rever certezas, a questionar caminhos desenvolvidos, a tentar fazer sínteses parcialmente diferentes em algumas dimensões. É um processo que se constrói lentamente, imperceptivelmente, e que explode em determinados momentos, circunstâncias, experiências (momentos de “eureka”, crises, descobertas inesperadas).

Como adultos constatamos quantas ideias que tínhamos eram incoerentes, como nos levaram a escolhas, muitas vezes, frágeis ou desastradas. A revisão honesta das nossas percepções, valores, escolhas nos prepara a enxergar novas perspectivas, escolher alguns caminhos diferentes em alguns campos, reconfigurar nossa percepção e lugar no mundo. Aprender é ir tornando conscientes, na nossa linha do tempo, essas desconstruções e reconstruções, sabendo que nunca acabam, que sempre haverá ajustes, que nossas sínteses sempre serão provisórias, que em algumas dimensões somos mais fortes e em outras mais frágeis. Essa é a essência do aprender e esse é o desafio de ensinar.

O desafio principal de ensinar é conseguir a adesão voluntária de cada estudante a que, em contato com diferentes profissionais, abordagens, visões de mundo, áreas de conhecimento, consiga perceber o que faz mais sentido para a sua construção do projeto vital, de reelaborar continuamente suas percepções, ideias, experimentações, emoções, valores. Se o estudante percebe significado na maior parte do que estuda e pesquisa, aumentará a motivação para ampliar as referências, as pontes entre a prática e a teoria, entre o conteúdo e as competências, entre o específico e o mais geral, entre a escola, o mundo e a vida.

Quanto mais canais de informação e compartilhamento temos, mais complexo se torna o processo de análise, síntese e de apropriação pessoal. Isso justifica hoje a necessidade dos docentes trabalharem de forma mais integrada, dos estudantes mais colaborativa e de que haja também uma orientação mais personalizada, uma tutoria mais integradora, dada a diversidade de repertórios, tempos e ritmos muito diferentes dos estudantes.

Pela complexidade de fazer a decantação entre tantas variáveis, visões e áreas de conhecimento e competências diferentes faz sentido que o estudante tenha – além dos docentes e da aprendizagem por pares- o apoio de mentores, com um olhar mais abrangente, afetivo e personalizado para as suas necessidades específicas. Mentores com os quais cada estudante tenha a oportunidade de encontrar-se regularmente – presencial e digitalmente - orientadores que os ajudem nessa síntese mais abrangente, na compreensão da sua evolução até o momento presente e na prospecção dos próximos passos.

Uma articulação entre os docentes de diversas áreas - trabalhando projetos de forma mais integrada - com uma mentoria que ajude na personalização das trilhas de cada aluno é uma combinação necessária que oferece aos estudantes condições efetivas para ampliar o repertório de conhecimento, competências e valores, sua visão de mundo e suas escolhas. Isso os irá preparando para que, depois da escolarização formal, cada um possa seguir realizando, por sua conta, o processo complexo de revisão e reconstrução da aprendizagem significativa e com propósito, em cada etapa da sua vida adulta.

José Moran - Educador e pesquisador em transformação www2.eca.usp.br/moran

A (re)construção de um país depende do investimento na educação

Discute-se muito hoje como (re)construir um país desenvolvido, onde todos tenham acesso irrestrito à saúde, educação, oportunidades, enfim, à qualidade de vida. Um país onde o exercício contínuo da cidadania se faz presente, onde a diversidade entre as raças, credo, religião, opção sexual seja aceita. O preconceito, a exclusão social não existam porque assim o querem os seus cidadão.

Observando os países que se erguem e despontam como grandes nações, notamos que todos, sem exceção, investiram e investem maciçamente na educação porque é a escola possibilita a reflexão sobre os valores e alicerçam a construção de um povo desenvolvido. É nela que se aprende a (con)viver em sociedade, a contatar outras pessoas, a receber e refletir sobre os conhecimentos e desenvolver os conceitos, construindo-se ideais e refletindo sobre as suas transformações.

Num momento em que se fala e se discute muito sobre novos rumos sobre a política brasileira, com o despontar de propostas éticas discutíveis e polêmicas, muito se fala sobre a educação dos nossos filhos e, infelizmente, pouco se faz.

Aguardemos novos dias.

Arlene A. Zanardi de Camargo

O perfil do estudante brasileiro

A Navegg analisou seu conhecimento de mais de 400 milhões de internautas para traçar o perfil do estudante brasileiro.

Início de ano é o momento que coincide com a volta às aulas. Sejam nas escolas ou nas universidades. Seja virtual ou presencialmente. Sejam vestibulandos, calouros ou veteranos. Seja qual for o perfil do estudante brasileiro. Fato é que muitos estão retornando à rotina educacional neste período.

Como todos os segmentos, o perfil do estudante brasileiro é de pessoas conectadas. Segundo dados do IBGE, 93,4% dos estudantes da rede privada de ensino possuem um celular contra 66,8% dos estudantes da rede pública – que representam 74,3% dos estudantes brasileiros. Além disso, os dados mostram que quanto mais anos de estudo um indivíduo possui, maior a probabilidade de ter o aparelho. Para aqueles que têm de 1 a 3 anos de estudo, 51,5% têm celular. No caso dos que têm de 4 a 7 anos, são 71,1% e de 11 a 14 anos são 93,6%. Já daqueles que estão estudando ou estudaram por 15 anos ou mais, 96,8% possuem celular.

A Navegg conhece mais de 400 milhões de internautas no mundo todo. Esse conhecimento permite traçar o perfil de comportamento de alguns grupos e usar esta informação para gerar insights e tomar decisões. Além disso, os dados ficam disponíveis para diversos tipos de ações de marketing: mídia programática, personalização de sites / vitrines / campanhas, lookalike, retargeting e muito mais.

A Navegg observou toda a sua base de conhecimento sobre o internauta, filtrou apenas aquilo que dizia respeito aos estudantes brasileiros e reuniu toda essa informação no infográfico sobre perfil do estudante brasileiro. Dessa forma, no âmbito sociodemográfico, descobriu-se que a maioria são mulheres (64%), têm entre 35 e 59 anos (38%), são casados (68%), pertencem à classe A/B (71%) e possuem graduação (59%). Quando não estão estudando, os principais temas de interesse dos estudantes brasileiros são estética, festas e esportes radicais.

Em relação aos estudos, os estudantes buscam temas como Ambientes virtuais de educação, Educação infantil, Pronatec, Cursos Online, ENEM, vestibular, faculdades e universidades. O que mostra uma tendência da educação para se adaptar ao ambiente online. Além disso, quando o tema são cursos, os mais buscados são aqueles relacionados a concursos públicos.

Assim como os viajantes brasileiros, a maioria dos estudantes pertence ao cluster vencedores (31%) do Navegg EveryOne, seguidos pelos transformadores (22%) e pelos seguidores (16%). Ou seja, a maioria dos estudantes valorizam a exclusividade e tendem a pagar mais por isso, mas são os que mais analisam as variáveis que definem o custo-benefício daquilo que desejam adquirir. Qualidade, inovação e, principalmente, exclusividade, podem ter maior peso no momento da decisão e dificilmente são impedidos quando o motivo é apenas financeiro. Movidos pela razão, não costumam ser induzidos a fazer algo que não acreditam.

Quando o tema é perfil de consumo dentro da indústria de Carreira e Educação, observamos que a maioria está no cluster EAD (53%). Ou seja, pessoas que buscam por praticidade e especialização em temas específicos pois desejam aprimorar seu conhecimento ou mudar de carreira. Trabalham muito e a possibilidade de fazer o curso online somada à facilidade de parcelamento é um grande atrativo.

https://www.navegg.com/blog/artigos/infografico-o-perfil-do-estudante-brasileiro/

A Importância do Empreendedorismo na Educação

Muitas pessoas acreditam que para empreender é necessário nascer com algum tipo de talento especial, como se essa capacidade fosse um dom.

Na verdade, empreender é como um estilo de vida, um conjunto de comportamentos e habilidades que podem ser desenvolvidos e aplicados não apenas para abrir empresas ou criar negócios, mas também para aprimorar a atuação em qualquer profissão. Pensando nisso, faz todo sentido incluir o empreendedorismo no sistema de educação formal.

Confira, a seguir, porque a educação empreendedora deve ser incluída nas escolas e quais as vantagens os estudantes podem obter tanto na escolha quanto no desenvolvimento da sua profissão.

QUAL É A IMPORTÂNCIA DO EMPREENDEDORISMO NA EDUCAÇÃO?

A missão da escola, além de preparar os estudantes para o mercado de trabalho, é formar cidadãos críticos e conscientes, que possam contribuir como agentes de mudança na sociedade.

O sistema atual de educação tem um foco na passagem de conteúdo para os alunos e na medição do quanto esse conteúdo foi assimilado.

Do ponto de vista da qualificação técnica, necessária para a obtenção de um bom emprego, essa abordagem está correta. Por outro lado, ela não desenvolve um conjunto de habilidades que tornariam o aluno apto a viver em uma sociedade cada vez mais rápida e digital.

Para piorar a situação, ao chegar ao mercado, esse aluno descobre que essas habilidades serão cobradas dele, tais como adaptação a mudanças, autoconfiança, trabalho em equipe, planejamento, criatividade, além de várias outras que irão depender da profissão escolhida.

Estas mesmas habilidades também são essenciais aos empreendedores, que precisam desenvolvê-las “na marra” ao abrir uma empresa.

A proposta da educação empreendedora é incluir atitudes e disciplinas no currículo escolar visando desenvolver essas habilidades. Assim, quando chegarem ao mercado, os estudantes poderão aplicar esse conhecimento não só como empreendedores, mas também como executivos, autônomos, empregados ou servidores públicos.

Dessa forma, eles serão profissionais preparados para conviver no ambiente atual de constante transformação devido às novas tecnologias. Essa é a importância do empreendedorismo na educação.

COMO IMPLANTAR O EMPREENDEDORISMO DENTRO DA SALA DE AULA?

A implantação do empreendedorismo no currículo escolar depende de a escola deixar antigos paradigmas de lado e adotar uma nova forma de educar, mais alinhada com um mundo em constante transformação e onde a tecnologia tem um papel cada vez mais fundamental no dia a dia.

Nessa nova realidade, a escola deve se conscientizar da importância do empreendedorismo na formação dos alunos, adotando a inovação e novas tecnologias nas metodologias de aprendizado.

O primeiro passo seria incluir uma disciplina de empreendedorismo na grade curricular.

O conteúdo desta disciplina deve ser pensado para estimular a ideia de transformar a realidade, por meio de proposta de soluções para problemas práticos.

As aulas precisam ser estimulantes, com atividades que desenvolvam a criatividade, a colaboração e o pensamento crítico dos alunos.

Neste contexto, é essencial a utilização de metodologias inovadoras que trabalham a resolução de problemas com abordagens participativas.

O professor deve estar apto a trabalhar a interdisciplinaridade e as tecnologias mais modernas em suas aulas, criando um ambiente colaborativo.

Além disso, cada professor deverá participar contextualizando o empreendedorismo em suas aulas, da maneira que for mais adequada às suas matérias. Só assim será criado um ambiente de imersão que estimule o potencial criativo dos alunos, propiciando o desenvolvimento de habilidades empreendedoras, como a capacidade de enxergar oportunidades, propor soluções, proatividade e confiança, entre outras já citadas.

QUAIS METODOLOGIAS PODEM SER APLICADAS NA EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA?

O desenvolvimento de uma educação empreendedora requer a utilização de novas estratégias de ensino que ensinem os alunos a filtrar as informações mais importantes, solucionar problemas e administrar as próprias emoções e situações complexas.

Conheça alguns exemplos de novas metodologias de aprendizagem que podem ser utilizadas nas escolas para o desenvolvimento de habilidades empreendedoras:

DESIGN THINKING

Design Thinking é um processo focado na pessoa que é orientada pela solução dos problemas partindo de uma abordagem criativa, que busca enxergar as diferentes possibilidades.

O processo compreende cinco etapas, sempre colocando as pessoas no centro das decisões e envolvendo-as em todo o processo.

Os participantes realizam extensas pesquisas sobre os envolvidos no problema, elaboram e testam hipóteses, criam protótipos da solução escolhida e a implementam.

Cada problema requer uma abordagem que deve ser construída coletivamente, sem uma fórmula pronta.

A aplicação desta metodologia propicia o desenvolvimento de diversas habilidades, como empatia, criatividade, relacionamento interpessoal, análise de problemas, pensamento analítico e poder de decisão.

GAMIFICAÇÃO

Essa técnica consiste em usar a dinâmica dos jogos para estimular o aprendizado, prender a atenção dos alunos ou ensinar algum tema mais complexo.

A proposta é usar os elementos dos jogos, como competição, socialização, desafios e premiações, para engajar os alunos, trazendo-os para uma realidade da qual já estão familiarizados.

O potencial da gamificação no ambiente escolar é imenso. Ao promover a participação do aluno para vencer as etapas dos jogos, ele vai desenvolvendo habilidades como trabalho em equipe, persistência, criatividade e resiliência.

APRENDIZAGEM BASEADA EM PROJETOS (PBL)

A PBL é uma metodologia que aposta no aprendizado por meio da solução de um problema ou de um desafio prático.

A partir dessa questão inicial, os alunos realizam um extenso processo de pesquisa, elaboração de hipóteses, busca por recursos e aplicação prática da informação até chegar a uma solução ou produto. Este processo estimula o desenvolvimento de várias habilidades, como trabalho em equipe, protagonismo e pensamento crítico.

APRENDIZAGEM INVERTIDA

Metodologia onde os alunos estudam os conteúdos curriculares em suas casas, por intermédio de plataformas EAD, e depois vão para a escola encontrar professores e colegas para tirar suas dúvidas e realizar atividades, projetos, pesquisas e experimentos.

Ou seja, o método inverte o sistema tradicional de ensino, onde a lição de casa é feita em sala e a aula é dada em casa.

A intenção é que o estudante tenha um papel ativo no seu processo de aprendizagem. Assim, a sala de aula presencial se transforma no espaço para testes, discussões e aplicações práticas do que foi estudado em casa.

A proposta é desenvolver o protagonismo dos alunos, já que é responsabilidade deles o estudo dos conteúdos e a produtividade, por meio do gerenciamento do tempo nos estudos.

Estas são apenas algumas das novas metodologias que podem ser aplicadas na sala de aula. A estrutura atual da educação, focada no acúmulo de conhecimento, não prepara os alunos para o mercado de trabalho nem para um mundo em constante transformação por conta das novas tecnologias.

O desenvolvimento de habilidades empreendedoras tornará os alunos mais aptos a analisar problemas complexos, propor soluções inovadoras e crescer profissionalmente, seja criando seu próprio negócio ou dentro de uma empresa.

Carla Gobb maio 23, 2018


https://www.imaginie.com.br/empreendedorismo-na-educacao/

Educação no Brasil

Espera-se que a educação no Brasil resolva, sozinha, os problemas sociais do país. No entanto, é preciso primeiro melhorar a formação dos docentes, visto que o desenvolvimento dos professores implica no desenvolvimento dos alunos e da escola.

O processo de expansão da escolarização básica no Brasil só começou em meados do século XX.

Ao propor uma reflexão sobre a educação brasileira, vale lembrar que só em meados do século XX o processo de expansão da escolarização básica no país começou, e que o seu crescimento, em termos de rede pública de ensino, se deu no fim dos anos 1970 e início dos anos 1980.

Com isso posto, podemos nos voltar aos dados nacionais:

O Brasil ocupa o 53º lugar em educação, entre 65 países avaliados (PISA). Mesmo com o programa social que incentivou a matrícula de 98% de crianças entre 6 e 12 anos, 731 mil crianças ainda estão fora da escola (IBGE). O analfabetismo funcional de pessoas entre 15 e 64 anos foi registrado em 28% no ano de 2009 (IBOPE); 34% dos alunos que chegam ao 5º ano de escolarização ainda não conseguem ler (Todos pela Educação); 20% dos jovens que concluem o ensino fundamental, e que moram nas grandes cidades, não dominam o uso da leitura e da escrita (Todos pela Educação). Professores recebem menos que o piso salarial (et. al., na mídia).

Frente aos dados, muitos podem se tornar críticos e até se indagar com questões a respeito dos avanços, concluindo que “se a sociedade muda, a escola só poderia evoluir com ela!”. Talvez o bom senso sugerisse pensarmos dessa forma. Entretanto, podemos notar que a evolução da sociedade, de certo modo, faz com que a escola se adapte para uma vida moderna, mas de maneira defensiva, tardia, sem garantir a elevação do nível da educação.

Logo, agora não mais pelo bom senso e sim pelo costume, a “culpa” tenderia a cair sobre o profissional docente. Dessa forma, os professores se tornam alvos ou ficam no fogo cruzado de muitas esperanças sociais e políticas em crise nos dias atuais. As críticas externas ao sistema educacional cobram dos professores cada vez mais trabalho, como se a educação, sozinha, tivesse que resolver todos os problemas sociais.

Já sabemos que não basta, como se pensou nos anos 1950 e 1960, dotar professores de livros e novos materiais pedagógicos. O fato é que a qualidade da educação está fortemente aliada à qualidade da formação dos professores. Outro fato é que o que o professor pensa sobre o ensino determina o que o professor faz quando ensina.

O desenvolvimento dos professores é uma precondição para o desenvolvimento da escola e, em geral, a experiência demonstra que os docentes são maus executores das ideias dos outros. Nenhuma reforma, inovação ou transformação – como queira chamar – perdura sem o docente.

É preciso abandonar a crença de que as atitudes dos professores só se modificam na medida em que os docentes percebem resultados positivos na aprendizagem dos alunos. Para uma mudança efetiva de crença e de atitude, caberia considerar os professores como sujeitos. Sujeitos que, em atividade profissional, são levados a se envolver em situações formais de aprendizagem.

Mudanças profundas só acontecerão quando a formação dos professores deixar de ser um processo de atualização, feita de cima para baixo, e se converter em um verdadeiro processo de aprendizagem, como um ganho individual e coletivo, e não como uma agressão.

Certamente, os professores não podem ser tomados como atores únicos nesse cenário. Podemos concordar que tal situação também é resultado de pouco engajamento e pressão por parte da população como um todo, que contribui à lentidão. Ainda sem citar o corporativismo das instâncias responsáveis pela gestão – não só do sistema de ensino, mas também das unidades escolares – e também os muitos de nossos contemporâneos que pensam, sem ousar dizer em voz alta, “que se todos fossem instruídos, quem varreria as ruas?”; ou que não veem problema “em dispensar a todos das formações de alto nível, quando os empregos disponíveis não as exigem”.

Enquanto isso, nós continuamos longe de atingir a meta de alfabetizar todas as crianças até os 8 anos de idade e carregando o fardo de um baixo desempenho no IDEB. Com o índice de aprovação na média de 0 a 10, os estudantes brasileiros tiveram a pontuação de 4,6 em 2009. A meta do país é de chegar a 6 em 2022.

BRUINI, Eliane da Costa. "Educação no Brasil"; Brasil Escola. Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/educacao/educacao-no-brasil.htm>.